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News

SUSPENSA A IMPORTAÇÃO DE PESCADOS DO VIETNÃ.

2014-11-18 11:01:30

Estão suspensas até segunda ordem as importações de pescado proveniente do Vietnã. “A emissão de novas Licenças de Importação (LI) para animais aquáticos e seus produtos originários da aquicultura e/ou pesca extrativa do Vietnã encontra-se suspensa desde 22/09/2014. Licenças de importação já emitidas não serão englobadas na restrição, podendo ser utilizadas até a sua validade. 

A proibição das importações é consequência de uma do não cumprimento e ausência de manifestação por parte do governo do país asiático quanto ao envio de plano de ação estabelecido no relatório “Vietnam Mission Report”.

“Esclarecemos que foi realizada, em março de 2013, missão conjunta Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) ao Vietnã para avaliação detalhada do sistema veterinário oficial (SVO) daquele país e as garantias sanitárias oferecidas para a produção do pescado que é exportado ao Brasil. Os resultados da missão in loco deste Ministério foram devidamente comunicados ao governo do Vietnã e recebidos oficialmente por aquele país em 15 de junho de 2014. Nesse relatório foram enumeradas todas as informações, recomendações e medidas de ajuste que se faziam necessárias para que houvesse a continuidade da exportação já autorizada de animais aquáticos, seus produtos e derivados do Vietnã para o Brasil”, continuou Oliveira.

O relatório dizia que o governo vietnamita deveria apresentar um plano de ação em até 60 dias depois do recebimento do documento, porém o prazo se extinguiu e o Vietnã não cumpriu o combinado. “O plano deveria ser estruturado de forma a comprometer-se com as adaptações do SVO e do setor privado, o que não foi cumprido”, contou o veterinário.

Como o Brasil e o Vietnã não chegaram a um acordo, o MPA solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a suspensão temporária da emissão de novas Licenças de Importação (LI) para animais aquáticos e seus produtos originários de aquicultura e/ou pesca extrativa do Vietnã, alegou o Ministério da Pesca.

“Tendo em vista o atraso de comunicação vietnamita sobre o assunto, bem como a necessidade técnica de se fazer cumprir aspectos relacionados a recomendações e medidas de ajuste observadas em inspeções in loco de países exportadores a medida foi tomada”, concluiu Oliveira.

Fonte: http://seafoodbrasil.com.br/suspensa-importacao-de-pescados-vietna/

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PREÇO DO MILHO PODE CAIR COM REDUÇÃO NAS EXPORTAÇÕES

2014-05-19 10:53:28

O mercado de milho sinaliza uma queda nos preços do grão até setembro, impulsionada pelo avanço na colheita da segunda safra - que acontece a partir de maio nos maiores estados produtores - e pela redução no ritmo de exportações. A avaliação é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o oitavo levantamento da safra 2013/2014 de grãos, divulgado neste mês pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção total do milho na segunda safra deve chegar a 43,738 milhões de toneladas, superando a produção da primeira safra, que ficou em milhões de toneladas 31,452. Na soma das duas safras, a oferta do Brasil deve ser de 75,2 milhões de toneladas da cultura.

O consumo interno deve ficar em 53,82 milhões de toneladas e a Conab já estima que as exportações possam chegar a 21 milhões de toneladas. Caso se confirme, os estoques finais em janeiro de 2015 ficariam em 9,5 milhões de toneladas. O levantamento ainda mostra que em abril deste ano foram exportados 562,4 mil toneladas de milho, contra 608,75 mil toneladas do mesmo período de 2013. Esta redução nos níveis de venda internacional se mantém desde janeiro de 2014.

"Neste cenário, a relação entre estoque e consumo chegaria a 18%, um dos menores níveis nos últimos anos. Isto poderia segurar o patamar dos preços e impedir uma queda. Por outro lado, a diminuição na oferta desencadeia uma desaceleração nas negociações de comércio exterior, fator que pressiona os preços negociados no mercado futuro. A indústria consumidora também aposta na baixa, visto que estamos na entrada da colheita para a segunda safra", explica o pesquisador do Cepea, Lucílio Alves.

No mercado externo, a possível recuperação do cultivo norte-americano, sinalizada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), pode ser mais um fator de pressão nas cotações a curto e médio prazo. Entretanto, especula-se que a redução nos níveis de exportação de milho dos EUA - para atenderem a demanda interna - e da Ucrânia - em função das tensões políticas - poderiam abrir uma lacuna para as vendas internacionais da América Latina, sobretudo do Brasil e Argentina.

"Em suma, há fatores de alta e de baixa, mas na prática os preços vão depender do ritmo de exportação", diz o pesquisador.

Produção

Pelo terceiro ano consecutivo, a produção da segunda safra supera a primeira em torno de 10 milhões de toneladas. Porém, estima-se que a "safrinha" 2013/2014 tenha 3,19 milhões de toneladas a menos do que em 2012/2013.

"O excesso de chuvas no início do ano fez com que adiássemos um pouco o plantio. Agora estamos passando por uma seca que deve prejudicar essas lavouras que foram plantadas mais tarde. Aqui nós já esperamos uma quebra entre 15% e 20% em comparação aos últimos doze meses", conta o produtor da região de Sorriso, no Mato Grosso, Júnior Ferla.

O agricultor, que possui 1000 hectares de milho plantado, diz que na última safra sua produtividade ficou em torno de 95 sacas por hectare. "Neste ano, dificilmente chegará a 80 sacas por hectare", enfatiza.

Sobre a possibilidade de El Niño no segundo semestre, a analista de mercado da FCStone, Ana Luiza Lodi, afirma que um maior índice de chuvas em um período sazonalmente seco, como agora, poderia ser favorável para a produção do grão. "Agora tudo depende dos ciclos de chuva nas regiões", completa.

fonte:http://www.aduaneiras.com.br/noticias/noticias/noticias_texto.asp?ID=25531445&acesso=2

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BRASIL FECHA SÓ 3 ACORDOS DE COMÉRCIO EM 20 ANOS.

2014-05-15 09:16:57

Israel, Palestina e Egito. E apenas o primeiro está em vigor. Esse é o saldo de acordos de livre-comércio selados pelo Brasil desde 1991, quando se tornou membro do Mercosul. Nessas duas décadas, houve uma explosão de acordos bilaterais e regionais no mundo. Para os analistas de política comercial, os números mostram que o Brasil ficou para trás.

O anúncio na semana passada das negociações entre Estados Unidos e União Europeia para formar a maior zona de livre-comércio do planeta aumentou a pressão sobre o governo brasileiro, que adota uma postura cautelosa na área comercial por conta do tamanho e da complexidade da economia local.

"Nesse período, o mundo se mexeu muito, inclusive na nossa região", diz Soraya Rosar, gerente executiva da unidade de negociações internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI). "O Brasil está fora das grandes cadeias produtivas."

Dados compilados pela Organização Mundial de Comércio (OMC) mostram que, até 10 de janeiro deste ano, 543 acordos bilaterais ou regionais haviam sido notificados (contando mercadorias e serviços em separado). Desses, 354 estavam em vigor - e pelo menos metade foi estabelecida de 2003 para cá.

Essa explosão de acordos bilaterais é uma consequência do fracasso das negociações da Rodada Doha, da OMC, que pretendiam derrubar barreiras ao comércio global, principalmente na área agrícola. "Estamos assistindo a substituição de Doha por um processo regional. E, em um mundo que se regionaliza, o Brasil tem poucos acordos", diz Sérgio Amaral, ex-ministro do Desenvolvimento.

Os Estados Unidos possuem hoje 14 acordos de livre comércio em vigor e estão com duas grandes negociações em curso: o acordo com a União Europeia e uma aliança entre os países do Oceano Pacífico, com exceção da China. A UE também tem em vigor 32 acordos, e até mesmo a China, que desperta medo nos países, já assinou 15 tratados.

Vizinhos. Na América do Sul, os acordos proliferaram. Peru e Colômbia seguiram o caminho de Chile e México e selaram, respectivamente, 12 e 11 acordos de livre-comércio, incluindo EUA e UE. Os chilenos abriram o mercado para 21 países, enquanto os mexicanos assinaram 13 acordos, conforme estudo da CNI.

De acordo com analistas, os países andinos estão colhendo os bons frutos da abertura de mercado. No ano passado, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), as economias de Chile, Peru e Colômbia avançaram, respectivamente, 5%, 6% e 4,3%. Já o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve ter subido 1%.

Fontes do governo ponderam que os países andinos tem características muito distintas do Brasil, uma economia grande e complexa. Chile, Peru e Colômbia são dependentes das vendas de algumas poucas commodities e não possuem uma indústria desenvolvida - por isso, tem facilidades para fechar acordos.

"Um acordo bilateral não resolve tudo para um país com as características do Brasil. A opção multilateral é a mais correta, porque é o único fórum onde se pode discutir subsídios agrícolas", diz uma fonte. Um dos motivos do pouco esforço brasileiro em fechar acordos bilaterais nos últimos anos foi exatamente a concentração dos esforços na Rodada Doha, da OMC. 

Ao deixar as negociações bilaterais em segundo plano, o Brasil fechou acordos de livre comércio apenas com Israel, Palestina e Egito e tratados de preferências tarifárias limitados com Índia e África do Sul. Além disso, em uma iniciativa controversa, trouxe a Venezuela para o Mercosul. A abertura efetiva do mercado venezuelano interessa à indústria brasileira, mas só deve estar completa em 2018.

Para Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda, o Brasil não tem condições de avançar nas negociações internacionais, por conta da perda de competitividade da indústria: "Estamos paralisados por uma profunda crise de competitividade. Vamos levar anos para nos recuperar." O problema é que, enquanto isso, o mundo não para.

fonte:http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,brasil-fecha-so-3-acordos-de-comercio-em-20-anos,144084,0.htm

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CONCORRÊNCIA AUMENTA NO PORTO DE SANTOS

2014-05-13 09:51:48

Desde que os primeiros navios atracaram no cais da Embraport e da Brasil Terminal Portuário (BTP), inaugurados entre julho e agosto de 2013, uma nova dinâmica começou a ser desenhada no Porto de Santos. Por trás desses novos personagens estão gigantes nacionais e estrangeiros que, ao se unirem, criaram uma concorrência que há anos não se via no maior complexo portuário da América Latina.

Até fevereiro, a concentração no mercado de contêineres, nas mãos de três grandes empresas, havia caído 21,3 pontos porcentuais, de 94,4% para 73,1%, segundo relatório da Companhias Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o porto santista. Os dois novos terminais abocanharam não só a demanda reprimida, calculada em 10% da movimentação do estuário, mas também retiraram uma fatia de antigos operadores, como Santos Brasil, Libra, Ecoporto e Rodrimar.

Entre março e este mês, as participações continuaram mudando. A Embraport garante que já detém 15% da movimentação de contêineres em Santos - em fevereiro, estava com 13,3%. Controlado por Odebrecht TransPort e DP World (empresa do governo de Dubai), o terminal consumiu investimentos de R$ 2,3 bilhões e demorou sete anos para sair do papel, desde a licença de instalação.

Hoje, oferece três linhas de cabotagem na costa brasileira e argentina, uma para o extremo oriente e outra para o Caribe, América Central e Norte da América do Sul, explica o gerente de projetos da empresa, Wilson Lozano. As rotas são feitas por grandes companhias marítimas, como Maersk Line, Safmarine, Hamburg Süd e CMA CGM, entre outras gigantes.

Quanto mais empresas de navegação atenderem os terminais, maior a chance de sucesso nos negócios. Se o terminal tem como sócio uma armadora, é meio caminho andado, afirmam executivos em Santos, numa referência à BTP. Ela tem entre os sócios dois armadores líderes: a dinamarquesa Maersk e a suíça MSC. Em fevereiro, a empresa era responsável por 9,2% da movimentação de contêineres em Santos, segundo dados da Codesp.

O terminal, de R$ 2 bilhões, foi inaugurado em agosto do ano passado e hoje oferece seis rotas feitas pelos armadores aos clientes. Segundo o diretor de relações internacionais da BTP, Paulo Simões, o terminal só não está operando a pleno vapor por uma limitação na profundidade do acesso aos berços de atracação. "Com essa restrição solucionada poderemos receber navios maiores, de 300 metros de comprimento, o que permitirá melhorar a produtividade", diz Simões.

Além de sócios de peso, contam a favor dos dois terminais a infraestrutura moderna com equipamentos de última geração. Na prática, isso significa maior produtividade e menos tempo de espera dos navios.

Líderes

Com a concorrência batendo à porta, há terminais "antigos" correndo para não perder ainda mais terreno no mercado. Mesmo aqueles que têm equipamentos de ponta, como Santos Brasil e Libra, estão suando a camisa para não deixar a liderança.

O aumento da oferta em Santos - algo que se buscava há anos - deu mais poder aos armadores, que agora podem escolher em quais terminais operar. Nessa negociação, há empresas que pediram até 25% de redução nos preços praticados pelos terminais. "O armador quer saber onde atracar com mais velocidade e menos custo", afirma o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli.

Embora tenham bons índices de produtividade, Santos Brasil e Libra - primeiro e segundo colocados no ranking de movimentação de contêineres - sabem que devem perder ainda mais espaço para os concorrentes novatos. "Acreditamos que ainda não houve uma acomodação. Os dois terminais vão continuar brigando por mercado. Nossa expectativa é perder ainda mais um pouco de participação", afirma Mauro Salgado, o diretor Comercial da Santos Brasil, que oferece 15 serviços (rotas feitas por armadores).

Na opinião dele, porém, é melhor concorrer por cargas dentro do porto do que fora dele. "Se não há capacidade num porto, a carga vai para outro terminal. Recuperá-la é mais difícil. Disputar uma carga dentro do porto é mais fácil", diz Salgado.

Disputa

Pelos dados da Codesp, entre dezembro de 2012 e fevereiro deste ano, a participação da empresa no mercado de contêiner em Santos caiu de 54,7% para 47,6%. Na Libra Terminais, de 23,3% para 15,5%. "Hoje, a oferta de espaço em Santos é maior do que a demanda. A situação vai persistir por mais um tempo", afirma o diretor da Libra, Roberto Teller.

A esperança agora é que, em algum momento, essa concorrência dentro do Porto de Santos se traduza em redução de custos para importadores e exportadores. O coordenador geral do Comitê dos Usuários dos Portos e Aeroportos do Estado de São Paulo, da Associação Comercial, José Cândido Senna, afirma que, por enquanto, não há informação sobre redução do preço logístico em Santos.

"Os mais beneficiados com essa concorrência serão os armadores. Mas acreditamos que, num segundo momento, haja queda de preço para importadores e exportadores", diz ele. Isso, no entanto, vai depender de uma atuação mais firme das empresas de comércio exterior, até porque o poder dos armadores é muito grande. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

fonte:http://wecomex.com.br/noticias/concorrencia-aumenta-no-porto-de-santos

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PORTUGAL ANUNCIA ''SAÍDA LIMPA'' DE PROGRAMA DE RESGATE FINANCEIRO.

2014-05-06 09:02:22

Portugal deixou o programa de resgate financeiro da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) abrindo mão de uma ajuda adicional do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE). O governo do país anunciou neste domingo (04/05) a "saída limpa" (sem mecanismos de apoio) do programa, cuja vigência termina em 17 de maio.

O primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, anunciou na noite de domingo, num discurso na televisão, que o país não pedirá auxílio internacional cautelar após o vencimento do programa, que vai até 17 de maio, optando por uma "saída limpa", a exemplo de Dublin.

"Sairemos do programa de assistência sem recorrer a nenhum programa cautelar", disse o chefe de governo. A decisão foi anunciada após uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros.

Passos Coelho garantiu que seu país tem reservas suficientes para enfrentar quaisquer possíveis turbulências financeiras pelo prazo de um ano. Ele afirmou, ainda, que a decisão é a melhor para os interesses de Portugal, depois que o país "recuperou sua credibilidade". Uma linha cautelar de crédito agiria como uma garantia para a economia, mas viria acompanhada de novas condições.

Nesta segunda, os ministros das Finanças da zona do euro vão debater em Bruxelas o término do programa de resgate para Portugal.

Berlim e FMI saúdam decisão "Portugal está agora numa posição forte para completar a consolidação de suas finanças públicas e aprofundar suas reformas estruturais", avaliou a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde.

A troica formada por UE, Banco Central Europeu e FMI concedeu a Portugal um total de 78 bilhões de euros em créditos com juros baixos, salvando o país do colapso financeiro. Em contrapartida, Lisboa teve que seguir nos últimos três anos um rígido regime de corte de gastos públicos.

Ao renunciar a um programa cautelar, Portugal segue os passos da Irlanda, que em dezembro se tornou o primeiro país da zona do euro a se libertar da tutela dos seus credores internacionais sem recorrer a um auxílio suplementar.

"Caminho certo" O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, saudou o anúncio de Lisboa. "Portugal empregou bem os últimos três anos e pôs em marcha reformas de grande amplitude. A confiança dos mercados financeiros está de volta. Portugal conseguiu, de maneira espetacular, financiar-se de novo independentemente", afirmou Schäuble em declaração escrita, divulgada por seu ministério.

Muitas vezes criticado por defender medidas de austeridade severa nos países em dificuldades, Schäuble acrescentou que "a conclusão anunciada do programa [português] mostra, mais uma vez, que o caminho seguido pela zona do euro é o certo".

Questionado se Portugal iria recorrer a ajudas suplementares, Passos Coelho havia dito há duas semanas que a opinião da Alemanha seria um dos fatores a serem levados em consideração. Berlim, segundo ele, privilegia a saída do programa de resgate sem uma "rede de segurança".

fonte:http://www.cartacapital.com.br/economia/portugal-anuncia-saida-limpa-de-programa-de-resgate-financeiro-4581.html

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SEM MANUTENÇÃO, PORTOS LIMITAM ENTRADA DE NAVIOS.

2014-05-05 09:42:20

O investimento bilionário feito pelo governo federal nos últimos anos não foi capaz de ampliar a capacidade da maioria dos portos para receber a nova geração de navios. Sem manutenção adequada, alguns portos já perderam o ganho obtido com a dragagem de aprofundamento, que custou R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos, segundo dados da Secretaria de Portos (SEP).

Cada um centímetro perdido na profundidade do canal significa deixar de carregar, por exemplo, oito contêineres (ou R$ 24 mil) por navio. Quanto maior a profundidade de um porto, maior é o tamanho das embarcações que podem atracar nele - ou seja, mais produtos podem ser carregados numa única viagem e menor tende a ser o custo logístico.

As limitações, no entanto, têm afetado portos como Santos (SP), Salvador (BA), Itapoá (SC) e Rio Grande (RS), entre outros. Quase todos passaram por obras do Programa Nacional de Dragagem (PND), lançado em 2007 para adequar os portos à nova frota de navios. Pelas regras da época, o governo federal ficava responsável pela dragagem de aprofundamento e as Companhias Docas, que administram os portos, fariam a manutenção. "Mas o resultado não foi o esperado", afirma o secretário de infraestrutura portuária da Secretaria de Portos, Tiago de Barros Correia.

Segundo ele, o PND I foi um aprendizado, com alguns casos emblemáticos de contratos, problemas de execução da obra e dificuldades de homologação da nova profundidade. No Porto de Rio Grande, por exemplo, a dragagem dos canais ainda não trouxe grandes resultados.

As novas profundidades obtidas com a obra não foram homologadas pela Marinha, o que significa limitar a entrada de navios maiores no porto. Segundo a administração de Rio Grande, a homologação só deve ocorrer no segundo semestre de 2014.

Risco. "O governo investiu pesado para ampliar a capacidade do porto, mas com a falta de homologação, as áreas correm o risco de assorearem novamente", afirma o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli. O próximo a aguardar a homologação da Marinha é o Porto de Santos, que teve de refazer a dragagem depois que uma ressaca assoreou o canal de acesso e reduziu o calado (distância da lâmina d’água até a quilha do navio) dos navios que atracam no estuário de 13,2 de até 12,3 metros.

A dragagem feita de forma emergencial foi concluída semana passada. A profundidade do canal foi para 15 metros, mas, para garantir a segurança, o calado autorizado tem de ser, pelo menos, 10% menor que a profundidade. A nova medida, no entanto, ainda dependerá de aprovação da Marinha. Neste momento, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) está fazendo a batimetria do canal, que deve durar três semanas, e só depois o relatório será enviado para a Marinha.

Segundo Correia, da SEP, a dificuldade de homologação tem sido decorrente da falta de profundidade linear das áreas dragadas. "Como as máquinas são grandes, não conseguem entregar todas as áreas com 15 metros exatos, por exemplo. Alguns locais podem ter 16 metros, outros 14,9 metros. Por isso, a Marinha não homologa a nova profundidade."

Para um executivo do setor, que prefere não se identificar, as batimetrias realizadas no País fogem dos padrões recomendados pela Organização Hidrográfica Internacional (OHI, na sigla em inglês). "Sendo assim, é natural que a Marinha não abra mão da segurança, que é o que se espera dela."

Os problemas nos portos, no entanto, vão além da demora na homologação. Há um descompasso entre a profundidade dos terminais e dos canais de acesso - o que significa que os navios têm de obedecer à medida mais baixa. Em Santos, os berços de atracação tem profundidade que varia de 11,5 a 14 metros - o canal tem 15 metros.

Em Salvador e Aratu, a dragagem foi contratada para elevar a profundidade para 15 metros. "Mas a obra não foi completa e os usuários continuam reivindicando melhorias. Apenas um berço teve ampliação da profundidade para 13,9 metros. Os demais continuam com medidas entre 8 e 12 metros", afirma o diretor executivo da Associação dos Usuários de Portos da Bahia (Usuport), Paulo Villa. O secretário da SEP explica que houve casos, no PND I, em que a responsabilidade pela dragagem dos berços era da iniciativa privada ou das Companhias Docas.

No Porto Itapoá, em Santa Catarina, a situação é contrária: o berço de atracação tem 16 metros, mas o canal de acesso não passa dos 14 metros. A limitação fica ainda mais grave devido a uma restrição numa curva de 90 graus no canal que só permite navios com calado de 11 metros, explica o diretor do porto, Márcio Guiot. Assim, o terminal é obrigado a reduzir o calado dos navios que atracam em seu cais para 11 metros. Ou seja, os benefícios de se ter uma profundidade natural elevada estão perdidos.

O terminal privado, um dos mais modernos do País, está localizado na Baía da Babitonga, onde também há o porto público de São Francisco do Sul, que foi beneficiado pelo PND I. "Precisamos de uma readequação da largura do canal e uma suavização da curva. Eliminando as restrições, o ganho por navio poderia chegar a R$ 4,8 milhões", afirma Guiot.

fonte:http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,sem-manutencao-portos-limitam-entrada-de-navios,183688,0.htm

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IMPACTO DA CORREÇÃO DA TABELA DO IR SERÁ DE R$ 5,3 bilhões EM 2015.

2014-05-02 14:29:11

A correção em 4,5% da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 2015 vai custar aos cofres do governo R$ 5,3 bilhões. Esse é o tamanho da renúncia fiscal em 2015 com a adoção da medida. A informação é do Ministério da Fazenda, que divulgou nota com os valores da nova tabela.

O anúncio da correção das tabelas de incidência e os limites de deduções do IRPF foi feito nessa quarta-feira pela presidente Dilma Rousseff em pronunciamento pelo dia do trabalhador.

A tabela passa a vigorar em janeiro de 2015 para a declaração de ajuste anual que terá ser feita pelo contribuinte em 2016. Devido ao princípio de anualidade que rege o IRPF - as mudanças têm que ser feitas no ano anterior da sua vigência - as alterações devem ser realizadas em 2014 para que tenham efeito em 2015.

Pela nova tabela, estarão isentos do IRPF os contribuintes que ganham por mês até R$ 1.868,22. Na faixa da alíquota mais baixa de 7,5%, ficam os contribuintes com renda entre R$ 1.868,24 até R$ 2.799,86. Na faixa de alíquota de 15%, quem ganha entre R$ 2.799,87 até R$ 3.733,19. Na faixa de alíquota de 22,5%, estão os contribuintes com renda de R$ 3.733,20 até R$ 4.664,68. Na faixa mais alta de alíquota 27,5%, ficaram os contribuintes com rendimentos acima de R$ 4.664,68.

fonte:http://economia.estadao.com.br/noticias/economia-geral,impacto-da-correcao-da-tabela-do-ir-sera-de-r-5-3-bilhoes-em-2015,183586,0.htm

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ECONOMIA DEVE CRESCER ENTRE 2,3% e 2,5% EM 2014 .

2014-04-29 09:53:24

A economia brasileira terá um crescimento em 2014 “em linha com o que tivemos no ano passado", afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, durante o seminário “Rumos da Economia”, promovido pela revista Brasileiros. Em sua palestra, Mantega apresentou um gráfico apontava estimativa de expansão de 2,3% neste ano. No material, o ministro tomou como base as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para falar da recuperação projetada para os Estados Unidos, com crescimento de 2,8%, e bom desempenho da China. No Brasil, o ministro substituiu a projeção do FMI, de 1,8%, para 2,3%.

Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a previsão que consta para 2014 é de crescimento de 2,5%. Após o fim da palestra, Mantega negou que a previsão tenha sido revista para 2,3%, apesar do material apresentado. “Essa previsão não é precisa. É algo entre 2,3% e 2,5%. Vamos revendo esse número à medida que tivermos resultados concretos”, comentou o ministro. “Não podemos mudar esse número toda hora nos instrumentos oficiais porque ele serve para relatórios”, complementou.

“Ouso dizer que, do meu ponto de vista, as perspectivas são boas para a economia brasileira” nos próximos anos, afirmou. Segundo Mantega, há debate em relação a esse cenário porque hoje “há mais pessimistas do que otimistas” em relação à atividade doméstica.

“Talvez o pessimismo que se implantou no Brasil seja resultado da grande crise internacional que atingiu vários países nos últimos cinco anos, embora o Brasil tenha se saído melhor,” disse Mantega. O ministro da Fazenda reiterou que o Brasil passou bem pela última crise e está preparado para a retomada da economia internacional, “até mais do que outros países”.

Ciclo de expansão

Para Mantega, a melhora do cenário internacional combinada com as políticas e medidas tomadas pelo governo vão suportar a melhora da economia doméstica ao longo dos próximos anos. O Brasil, inclusive, está entrando em um novo ciclo de expansão econômica, de acordo com o ministro da Fazenda. Mantega afirmou que essa nova etapa econômica, que começa neste ano e deve se estender até 2022, contará com crescimento de 7% ao ano nos investimentos e avanço de 3,6% ao ano no consumo.

Com isso, a expectativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça a um ritmo médio de 4% ao ano nesse período. “Com o crescimento do consumo avançando menos que o investimento, não haverá pressão inflacionária”, destacou, acrescentando que o investimento já vem se expandindo com força.  Segundo Mantega, a previsão de investimentos do governo federal neste ano é de R$ 73,8 bilhões. “Há grande demanda por portos, rodovias e aeroportos no Brasil”, disse.

De acordo com Mantega, não falta crédito para investimentos em infraestrutura no Brasil, mas há carência de financiamento ao consumo. “O consumo vai voltar a se aquecer”, enfatizou o ministro, sem entrar em detalhes.

A expectativa da Fazenda é que a renda per capita cresça 33,2% até 2022, acelerando em relação à ultima década, quando o aumento foi de 29,3%. “O objetivo da política econômica é melhorar o padrão de vida da população”, afirmou.

Restrição de crédito

Para Mantega, o PIB poderia estar crescendo cerca de 3% ao ano caso não houvesse restrições de crédito ao consumo. Em sessão de perguntas e respostas após o seminário, ele foi questionado sobre como seria possível aumentar a demanda com juros altos e inflação elevada.

Para Mantega, o principal problema para a demanda é a falta de crédito ao consumo hoje, já que, apesar da queda da inadimplência, os bancos privados estão mais rigorosos na concessão de crédito. “Antigamente, era possível financiar um carro com 10% ou 20% de entrada. Mas hoje exigem entrada de 50%”, disse.

Se não houvesse essa restrição de crédito, afirmou Mantega, o consumo estaria mais vigoroso e o PIB poderia crescer algo como 3% ao ano, em vez do ritmo atual. O ministro ainda disse que há crédito para o investimento, via Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES).

O consumo das famílias, disse, continua crescendo, sustentado pela alta da massa salarial, que ainda avança cerca de 2,5% ao ano, embora seja um ritmo inferior ao observado em anos anteriores. “Mas sem o crédito, o consumo não dá aquele dinamismo para a economia”, afirmou.

Para Mantega, a tendência de queda da inadimplência deve levar os bancos a ficar menos rigorosos com a concessão de crédito.

Fonte: http://www.valor.com.br/brasil/3529316/mantega-economia-deve-crescer-entre-23-e-25-em-2014

 

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BERÇOS DE ATRACAÇÃO DO PORTO DE PARANAGUÁ VOLTAM A TER PROFUNDIDADE DE PROJETO.

2014-04-24 09:29:27

A dragagem de manutenção dos portos paranaenses, iniciada em novembro do ano passado, está em fase final de sua primeira etapa. A área Charlie, que corresponde aos berços de atracação do Porto de Paranaguá e bacia de evolução, já foi quase completamente dragada. De lá, foram retirados cerca de 1,2 milhão de metros cúbicos de sedimentos.

   Um dos principais ganhos desta primeira etapa das obras foi o restabelecimento da profundidade de projeto dos berços de atracação que voltaram a ter profundidade entre 8 e 13,8 metros.

   “O Porto de Paranaguá foi sendo ampliado ao longo do tempo e isso fez com que seus 20 berços tenham profundidades diferentes. Com tanto tempo sem dragagem de manutenção, os berços estavam assoreados e traziam prejuízo para a operação. No caso do berço 209, que movimenta fertilizantes, por exemplo, para poder utilizá-lo tínhamos que primeiro atracar o navio no berço vizinho, aliviar um pouco da carga para depois permitir que a embarcação operasse neste berço. Agora isso não é mais preciso”, afirma o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino.

   Os ganhos também já estão sendo sentidos nos berços do Corredor de Exportação. A operação dos graneleiros está mais ágil, uma vez que não os navios não têm mais que paralisar suas operações na maré baixa porque, com o assoreamento, os navios chegavam a tocar no fundo do mar quando estavam muito cheios. Agora, eles terão mais condições de atracação e desatracação, sem precisar “aguardar maré”.

Outras melhorias – O secretário de infraestrutura e logística, José Richa Filho, explica que as melhorias atingidas até agora, pela dragagem de manutenção, ainda serão ampliadas. “Temos o projeto para dar início, ainda este ano, a obra para reformar todos os berços de atracação, unificando a profundidade de todos eles para 13,8 metros. É o nosso compromisso de entregar aos usuários um porto seguro, ágil e competitivo”, afirma Richa Filho.

   Agora, o trabalho continua na dragagem de manutenção das áreas Alfa e Bravo. Depois, será a vez da área Delta (Antonina). Há cerca de uma década não era realizada uma obra desta natureza nos portos paranaenses. A atual campanha de dragagem é a terceira realizada neste governo. Ela começou em novembro do ano passado e tem prazo de um ano para ser concluída. A obra está sendo paga com recursos próprios da Appa e custou R$ 115 milhões.

fonte:http://www.portosdoparana.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=1249&tit=Bercos-de-atracacao-do-Porto-de-Paranagua-voltam-a-ter-profundidade-de-projeto

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REDUÇÃO NAS EXPORTAÇÕES PROVOCA QUEDA NO MOVIMENTO DO PORTO DE SANTOS.

2014-03-18 11:07:33

A movimentação de cargas pelo Porto de Santos em janeiro deste ano registrou queda de 13.6%, determinada pela baixa demanda de exportação que acusou diminuição de 19,2%. O total do mês atingiu 6.893.156 toneladas.

Com 4.288.614 t, as exportações participaram, no mês, com 62.2% no total de cargas movimentadas pelo porto e as importações, que atingiram 2.604.542 t, com 37,8%.

As cargas de exportações apresentaram redução, provocada pela diminuição nos embarques de açúcar (1,8%), complexo soja (17,1%), milho (46,7%), álcool (52,4%), óleo combustível (41,6%) e sucos cítricos (26,6%). Os embarques de outras cargas apresentaram aumento, tais como a celulose (5,8%), totalizando 193.997 t, o café em grãos (26,5%), com 89.994 t, e as carnes congeladas (4,0%), somando 64.046 t.

Já a queda nas importações foi motivada, principalmente, pelo decréscimo nas descargas de minério de ferro (100,0%), enxofre (44,9%) e carvão (28,0%). Outras cargas de importação apresentaram crescimento, como o adubo (11,7%), o gás liquefeito de petróleo (123,7%), a nafta (190,1%), o sal (22,8%) e o trigo (34,0%).

As operações com cargas conteinerizadas mantiveram a tendência de crescimento, apontando aumento de 3,0%, com 276.195 teu (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentadas.

O fluxo de embarcações continua refletindo a vinda de navios de maiores dimensões e em menor quantidade, registrando uma queda de 11,5% no número de atracações.

BALANÇA COMERCIAL

O Porto de Santos contabilizou o total de US$ 9,2 bilhões em valor comercial das cargas negociadas com o mercado externo, mantendo sua posição de liderança com 25,5% de participação no total brasileiro (US$ 36,1 bilhões). 

O valor das cargas de exportação totalizou US$ 3,8 bilhões, registrando queda de 18,0% em relação a janeiro do ano passado (US$4,7 bilhões) e uma participação de 24,0% no total das exportações nacionais no período (US$ 16,0 bilhões). Nas importações, o valor somou US$ 5,3 bilhões, acusando crescimento de 7,7%, representando 26,7% do total nacional.

fonte:http://www.portodesantos.com.br/pressRelease.php?idRelease=740

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PORTO DE SANTOS CONFIRMA EXPECTATIVA E SUPERA MOVIMENTAÇÃO DE 114 MILHÕES DE TONELADAS EM 2013

2014-02-27 09:23:22

No acumulado do ano, as exportações cresceram 10,5% e as importações 6,2%. Os destaques do ano foram os embarques de açúcar, com mais de 19 milhões de toneladas e crescimento de 15% em relação ao ano anterior; complexo soja, com 15,8 milhões de toneladas, um crescimento de quase 16% e milho, com mais de 11 milhões de toneladas e aumento próximo a 11%.

Ainda em relação às exportações, foram destaques no ano a gasolina (25,6% a mais) e óleo diesel e gasóleo (10%). Nas importações, os maiores crescimentos foram de gás liquefeito de petróleo (31,5%) e trigo (23,9%). Em toneladas, os maiores quantidades foram de adubo (3,6 milhões t) e enxofre (2 milhões t).

O movimento de carga conteinerizada aumentou 8,7% (em teu), atingindo um total de 3,4 milhões teu (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), correspondente a 36 milhões de t.

O número de atracações mais uma vez registrou queda, acumulando um total de 5.251 navios durante o ano, 6% a menos que em 2012 (5.595 navios), refletindo a operação de navios de maior porte em Santos.. O número indica consignação média de 22,8 mil t por navio, aumento de 15,5% em relação ao mesmo período do ano anterior (19.698 t/navio). A consignação média das cargas conteinerizadas foi de  1.489 teu/navio, crescimento de  21 % sobre 2012 (1.229 teu/navio).

Balança Comercial – O Porto de Santos fechou o ano com participação de US$ 122,5 bilhões, 25,4% da Balança Comercial Brasileira (US$ 481,8 bilhões). Com pequena margem, as exportações (US$ 61,3 bilhões) superam as importações (US$ 61,1 bilhões), com uma participação de 25,3% nas remessas brasileiras ao exterior,  enquanto que as descargas provenientes de outros países somaram 25,5%.

Os principais destinos das exportações por Santos, quanto ao valor, foram a China (US$ 8,7 bilhões), os Estados Unidos (US$ 5,9 bilhões) e a Argentina (US$ 4,1 bilhões). As três cargas que se destacam no fluxo de exportação são a soja (China, Tailândia e Holanda); o açúcar (China, Bangladesh e Indonésia) e café (Alemanha, Estados Unidos e Japão).

Já as importações tiveram como principais origens a China (US$ 10,5 bilhões), os Estados Unidos (US$ 9,0 bilhões) e a Alemanha (US$ 5,9 bilhões). Nesse fluxo sobressaem-se inseticidas (Estados Unidos, Bélgica e França); outras partes e acessórios de carrocerias para veículos automóveis (Coréia do Sul, Japão e Tailândia) e outras partes de marchas (Coréia do Sul, Alemanha e Japão).

fonte: http://www.portodesantos.com.br/pressRelease.php?idRelease=736

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